Rondônia: Sindicatos Simero e Cremero apontam irregularidades no centro obstétrico do Hospital de Base
Rondônia: Sindicatos Simero e Cremero apontam irregularidades no centro obstétrico do Hospital de Base
Saúde | Após vistoria, agentes afirmam que há falta de insumos, equipamentos e os profissionais de saúde trabalham em péssimas condições. Sesau informou que não foi notificada sobre o caso.
Equipes do Sindicato Médico de Rondônia (Simero) e Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) realizaram uma fiscalização no Hospital de Base (HB) Dr. Ary Pinheiro, na sexta-feira (10). Após a visita foram apontadas irregularidades no Centro Obstétrico da unidade em Porto Velho.
Em nota, o Simero informou que a fiscalização aconteceu após receberem denúncias referentes a condição de trabalho dos profissionais que atuam na ala obstétrica do HB.
Na ocasião, os agentes encontraram, entre outros pontos:
— Falta de ultrassom e luvas de procedimento
— Apenas um monitor para três leitos na Sala Vermelha
— Vários aparelhos de pressão com defeito, estando apenas dois funcionando de modo precário
— Falta de material adequado para curetagem uterina
— Falta do Sonar Cardiofetal, que possibilita escutar os batimentos cardíacos do feto
— E problemas de recursos humanos, pois só haviam quatro técnicos no plantão
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Por meio da assessoria de imprensa, a presidente do Simero, Dra. Flávia Lenzi, afirmou que essa série de irregularidades prejudica o atendimento à população e também coloca em risco a vida dos servidores. Afirmou ainda que o Simero já está notificando as autoridades competentes, bem como tomará medidas pela melhoria do Centro Obstétrico do Hospital de Base.
"Alguns servidores alegaram que muitos dos materiais deveriam ter vindo do hospital Regina Pacis, mas só veio o Cardiotocógrafo [usado para monitoração da gestação durante as fases que antecedem o parto]. O que deveria ter sido feito era pegar todas as coisas de obstetrícia que tem lá, e trazido para o HB. Contudo, parece que os equipamentos ainda estão em um depósito”, disse a presidente em nota.
Procurada pela Rede Amazônica, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), informou que ainda não tem conhecimento desse relatório, que toda a documentação apontando as irregularidades não chegou às mãos da secretaria e qualquer tipo de pronunciamento será feito apenas após o recebimento do documento.
Hospital Regina Pacis
O Hospital e Maternidade Regina Pacis, em Porto Velho, foi comprado pela Sesau para atender exclusivamente, pacientes com a Covid-19 durante a pandemia. O valor do investimento é R$ 12 milhões, que serão pagos de forma parcelada.
O Hospital de Campanha começou a funcionar há duas semanas, 48 dias após a compra de prédio.
Equipes do Sindicato Médico de Rondônia (Simero) e Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) realizaram uma fiscalização no Hospital de Base (HB) Dr. Ary Pinheiro, na sexta-feira (10). Após a visita foram apontadas irregularidades no Centro Obstétrico da unidade em Porto Velho.
Em nota, o Simero informou que a fiscalização aconteceu após receberem denúncias referentes a condição de trabalho dos profissionais que atuam na ala obstétrica do HB.
Na ocasião, os agentes encontraram, entre outros pontos:
— Falta de ultrassom e luvas de procedimento
— Apenas um monitor para três leitos na Sala Vermelha
— Vários aparelhos de pressão com defeito, estando apenas dois funcionando de modo precário
— Falta de material adequado para curetagem uterina
— Falta do Sonar Cardiofetal, que possibilita escutar os batimentos cardíacos do feto
— E problemas de recursos humanos, pois só haviam quatro técnicos no plantão
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Por meio da assessoria de imprensa, a presidente do Simero, Dra. Flávia Lenzi, afirmou que essa série de irregularidades prejudica o atendimento à população e também coloca em risco a vida dos servidores. Afirmou ainda que o Simero já está notificando as autoridades competentes, bem como tomará medidas pela melhoria do Centro Obstétrico do Hospital de Base.
"Alguns servidores alegaram que muitos dos materiais deveriam ter vindo do hospital Regina Pacis, mas só veio o Cardiotocógrafo [usado para monitoração da gestação durante as fases que antecedem o parto]. O que deveria ter sido feito era pegar todas as coisas de obstetrícia que tem lá, e trazido para o HB. Contudo, parece que os equipamentos ainda estão em um depósito”, disse a presidente em nota.
Procurada pela Rede Amazônica, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), informou que ainda não tem conhecimento desse relatório, que toda a documentação apontando as irregularidades não chegou às mãos da secretaria e qualquer tipo de pronunciamento será feito apenas após o recebimento do documento.
Hospital Regina Pacis
O Hospital e Maternidade Regina Pacis, em Porto Velho, foi comprado pela Sesau para atender exclusivamente, pacientes com a Covid-19 durante a pandemia. O valor do investimento é R$ 12 milhões, que serão pagos de forma parcelada.
O Hospital de Campanha começou a funcionar há duas semanas, 48 dias após a compra de prédio.
+ Médicos voluntários do Projeto Missão Covid atendem pessoas com suspeita da doença ou com dúvidas sobre o novo coronavírus.
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